Vivendo dias inimagináveis pelo desejo de estar perto,sem acreditar,em pausas pensantes e um silêncio constante.
Ele é água de rio,some que nem fumaça ,nenhum querer vai fazer pertencer.Nos gostamos,encaixamos e cheiramos...ele não rouba os meus sonhos e o estranho amor permeia por nós dois.
Palavras ditas e o meu silêncio pensa que elas são desnecessárias ,delirios embriagadores...Incerteza presente,até quando eu desejar.
No desapego e o tempo que corre pra dizer o que é...
Quero que seja suave,
palavras que são delirios,
e o cheiro que permanece.
A incerteza do que vem depois,
a companhia no final do dia,
e o chá quente para o filme que vai começar.
Empoeirado tempo,
se misturando a maresia do mar,
e a claridade do dia que amanhece.
Sem pertecer e sem ter o pertencimento,
vamos seguindo...
A lua brilha no CÉU.
A lua brilha no CÉU.

