terça-feira, 29 de novembro de 2011

Composições.

No TEMPO presente elas habitam o céu e acolhe outros pensamentos,outras músicas e outras danças.Lá no Teatro das Marias escrever o que é a dança que eu penso quer talvez dizer.Os dias se passaram...inquietude,quebra de imagens,desejos concretizados,olhares encontrados,melodia deslacerada pelo espaço que risca,delimita os caminhos que estão sendo traçados.
Hibridez se faz presente,faz sentindo...corpos que pausam,ocupam e pintam a cena, reverberando formas de se fazer/pensar/acolher DANÇA.
Mutações no olhar de quem chega e permanece como neblina que se desfaz no espaço ou no calor da manhã na cidade do SOL,pois o espelho já reflete a OUTRA imagem.A luz que dá forma ,deforma desequilibra a simetria da bailarina,disseminando alucinações visuais, o onirismo se faz presente.
Desenhando no meu papel,projetando desejos e politizando as ídeias...a certeza do chão que quero para minha dança.Chão este irregular,contínio e misturdos de possibilidades.
Pecorrer o chão,escorregar,acarinhar,penetrar,deixar o movimento ser profundo não abafar.
Entre outros e outras,
entre tantos e tantas,
entre o céu e o mar,
entre o preto e o branco,
eu deixo um sentimento bom entrar.
Permaneço em residência ,andrilhando nos conhecimentos aqui apresentados.

Bom Viver.
Ariana Andrade.

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