eu borro,
eu viro,
eu rodo.
A borboleta voa pelo ar,
e se desmancha,
se cansa,
não se alcança.
Finos galhos,
neblina cantarolante,
o mundo,
roda,roda,
é roda gigante.
Por aqui,
eu brinco,
eu pinto,
grito em silêncio.
São Paulo,
é grande,
barulho constante,
companhia de quem me faz,
Rodar...virar...borrar.
Ariana Andrade.

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